O caso
Em 15 de agosto de 1909, Euclides da Cunha foi armado à casa de Dilermando de Assis, no bairro da Piedade, declarando que iria ‘matar ou morrer’. Após troca de tiros, Euclides morreu e Dilermando ficou ferido. Em 1911, submetido ao júri, Dilermando foi absolvido em votação empatada, segundo o regime processual da época.
Fonte de referência ↗Por que importa
A celebridade da vítima condicionou fortemente a opinião pública. O caso abre questões sobre legítima defesa, reconstrução da dinâmica dos fatos, honra masculina, imprensa, estigma e diferença entre verdade processual e memória social.
Temas e competências
legítima defesaônus e valoração da provaimprensa e estigmaanacronismo jurídicoverdade processual